Num manicómio, dois loucos discutem:
– Esse espelho é meu! Dá cá isso!
Responde o outro:
– Estás parvo ou quê?! Não vês que tem a minha cara?
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Anedota
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Anedota
Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
– Diga-me, qual é o seu problema?
– Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
– Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
– Sim, mas e daí?
– O senhor já viu uma ervilha com braços?
– Não…
– Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
– Não… nunca pensei nisso…
– Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
– Não acredito, doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e, entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
– Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
– Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe? -
Anedota
— Reprovarem-me no exame. Perguntaram-me que animalzinho passava a vida a trabalhar para a mãe ter meias de seda, eu respondi que era o meu pai, e fiquei reprovado!
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Anedota
Um casal de velhotes está a ouvir atentamente um padre na telefonia:
– Irmãos, se alguém tiver algum problema, que ponha a mão no lugar do corpo que está doente e eu rezarei agora para a sua cura…
O velhinho mete a mão devagar na virilha; a velhota ao ver isto diz-lhe:
– Esquece isso, António. O padre está a dizer que vai curar os vivos e não ressuscitar os mortos… -
Anedota
Era dia de exames de rotina no hospício para ver se havia algum louco que podia ser libertado.
Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:
– O hospício está inundando! O hospício está inundando!
Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente.
Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:
– Por que é que tu não estás a nadar?
E o louco respondeu:
– Você pensa que eu sou tonto?
Aí o médico pensou:
– “Este já deve estar bom.”
E o louco continua:
– Vou esperar pelo barco! -
Anedota
– A um professor míope, os alunos um dia intro- duziram-lhe um burro na aula. O professor disse para o recém-chegado: – Ó menino, sente-se depressa aí à beira dos seus colegas.
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Anedota
Um velhote de 70 anos foi fazer um exame ao médico. Começa por dizer que estava com um problema sério:
– Velho: Dr., estou com um problema grave! Quando faço amor com a minha esposa, nem sempre consigo dar a segunda.
O médico riu e disse:
– Ora, Sr. Anacleto, na sua idade, dar a primeira já merece aplausos.
O velho insistiu:
– O pior, doutor, é que na primeira eu sinto frio e na segunda eu sinto calor.
O médico ficou curioso e resolve dar mais atenção ao idoso:
– Muito bem, Sr. Anacleto! Então vejamos, qual é o intervalo médio entre a primeira e a segunda?
O velhinho respondeu:
– Bom, a primeira eu dou em janeiro e a segunda em julho. -
Anedota
Uma professora primária, num sábado, disse aos seus alunos para que durante o fim de semana praticassem uma boa acção, e na segunda-feira perguntar-lhes-ia as acções que tinham praticado. Chegada a segunda-feira, lá começou a professora a perguntar aos miúdos quais as boas acções que tinham feito.
— Tu, Carlinhos, diz o que fizeste.
— Eu, senhora professora, ajudei um ceguinho a atravessar a rua.
— E tu, Zeca, o que é que fizeste?
— Eu ajudei a levantar uma senhora que tinha caído no passeio.
— Bonita acção. E tu, Pedrinho, o que fizeste?
— Senhora professora, ajudei uma senhora a atravessar a avenida.
— Muito bem. E tu, Alexandre?
— Eu, senhora professora, ajudei a mesma senhora a atravessar a avenida.
— Óptimo. E tu, Manuelinho?
— Eu ajudei aquela mesma senhora a atravessar a avenida.
A professora perguntou aos restantes quinze alunos e todos responderam que tinham ajudado a mesma senhora a atravessar a dita avenida. No fim, algo intrigada, a professora perguntou-lhes a razão de tantos terem ajudado a mesma senhora.
Expedito, e rapidamente, o Manuelinho explicou:
— Oh, senhora professora! É que tivemos um grande problema, porque a senhora não queria atravessar. Mas lá conseguimos. -
Anedota
O menino vem da escola e o pai pergunta-lhe:
— Então, o que se passou hoje lá na aula?
— Ah! Fui chamado — diz o rapazinho.
— E o que foi que te perguntaram?
— Olhe: a senhora professora perguntou-me várias coisas, mas a mais importante foi que eu nomeasse alguma coisa que pertencesse ao reino animal e ao vegetal.
— E tu, que respondeste?
— Oh! Não me atrapalhei nada! Disse que podia ser uma omeleta com ovos. -
Anedota
Um casal de velhotes está a ver televisão. De repente, a velhota dá um estalo ao velho e diz:
– Isto é por 45 anos de mau sexo.
Passado meia hora, o velho dá uma estalada à velha:
– Isto é por saberes a diferença. -
Anedota
Adão e Eva estavam dando umas voltas pelo Paraíso, quando ela perguntou: -Adão, você me ama?
Ele, resmungando, responde:
-E eu lá tenho alguma alternativa? -
Anedota
Um veterinário sentia-se doente e foi ao médico.
O médico faz-lhe uma série de perguntas: quais os sintomas, qual a frequência dos mesmos, há quanto tempo os tem, etc.
A dada altura o veterinário chateia-se de estar a responder às perguntas e diz:
– Olhe lá! Eu sou veterinário e consigo descobrir o que os meus pacientes têm sem lhes fazer perguntas! Porque é que você não consegue fazer o mesmo?
O médico faz uma pausa, sem saber o que dizer.
Depois olha para os seus papéis e começa a escrever.
Quando termina, passa uma receita para as mãos do veterinário e diz-lhe:
– Aqui tem. Isto deve resolver o seu problema.
– Ótimo!
– Claro que se não resolver… vamos ter que o abater… -
Anedota
Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:
– Como está indo a vida, meu neto?
– Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?
– Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!
– Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.
– Quanto custa?
– São sessenta euros cada comprimido, avô!
– Tens razão. É caro.
– Não disse?
– Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!
Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.
No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!
– Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.
– Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou! -
Anedota
Na escola, o professor mandou os alunos fazerem uma descrição de uma família pobre e a filha de um ricaço escreveu isto:
Era uma vez uma família pobre; o pai era pobre, a mãe era pobre, os filhos eram pobres, a cozinheira era pobre, o jardineiro era pobre, o «chauffeur» era pobre. Eram todos pobres. -
Anedota
Um garoto entra num talho e pergunta:
— O senhor tem pés de porco?
— Tenho, sim senhor!
— Coitado! Então deve custar-lhe muito andar. -
Anedota
Diz a mãe para o filho:
– Zézinho, o que estás a estudar?
– Geografia, mamã.
– Então diz-me: onde fica a Inglaterra?
– Na página 83, mãe.

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